Seis capitais brasileiras realizaram homenagens simultâneas às vítimas da Covid-19 nesta semana, com projeções de nomes e mensagens de reconhecimento ao Sistema Único de Saúde e aos profissionais da saúde. A ação foi organizada pelo Ministério da Saúde e marcou a sanção da lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.
As homenagens aconteceram em Brasília, no Congresso Nacional; em São Paulo, na esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação; em Rio de Janeiro, no Cristo Redentor e no Centro Cultural do Ministério da Saúde; em Fortaleza, no Complexo Cultural Estação das Artes; em Porto Alegre, no Centro de Oncologia do Hospital Conceição; e em Manaus, no Centro Cultural Casarão de Ideias.
A mobilização aconteceu após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar, na última segunda-feira (11), o Projeto de Lei nº 2.120/2022, que cria oficialmente o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será lembrada todos os anos em 12 de março, em referência à primeira morte causada pela doença no Brasil, registrada em 2020.

Memorial relembra mais de 700 mil vidas perdidas
Durante a cerimônia em Brasília, foi inaugurada a instalação “Cada Nome, Uma Vida”, uma homenagem às mais de 700 mil pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 no país. Segundo o Ministério da Saúde, a obra ficará aberta para visitação até o dia 19 de maio.
Atualmente, a vacina contra a Covid-19 faz parte do calendário nacional de imunização para crianças de seis meses a menores de cinco anos. A dose também é recomendada para gestantes, idosos com 60 anos ou mais e pessoas com condições clínicas especiais, que podem necessitar de reforços anuais ou semestrais, no caso de imunocomprometidos.
A criação da nova data tem como objetivo preservar a memória das vítimas da pandemia e reforçar a importância do SUS e dos profissionais de saúde no enfrentamento de uma das maiores crises sanitárias da história do Brasil.





