Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu cerca de 200 mil figurinhas falsificadas do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (21), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Além das figurinhas, milhares de camisas falsificadas da seleção brasileira também foram recolhidas durante a ação, considerada uma das maiores apreensões recentes desse tipo no estado.
A operação foi conduzida por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), após um trabalho de investigação e inteligência voltado ao combate da venda de produtos piratas no estado. Segundo a corporação, o monitoramento vinha sendo realizado há alguns dias, após denúncias sobre a circulação irregular das mercadorias.
Segundo a polícia, os agentes descobriram que um veículo coletivo sairia de Nova Iguaçu transportando mercadorias ilegais para outros municípios do Rio de Janeiro. A partir das informações levantadas, foi montado um cerco para interceptar o transporte ainda durante o deslocamento do material.
Durante a abordagem, os policiais encontraram uma grande quantidade de figurinhas falsificadas escondidas no compartimento de carga do veículo. Também foram apreendidas camisas adulteradas da seleção brasileira que seriam comercializadas ilegalmente em diferentes pontos do estado, principalmente em áreas de grande circulação popular.
Material será periciado
Todo o material recolhido passará agora por perícia técnica antes de ser inutilizado pelas autoridades. A expectativa é que o laudo confirme a falsificação dos produtos apreendidos durante a operação realizada na Baixada Fluminense.
A Polícia Civil informou ainda que as investigações continuam para identificar os responsáveis pela produção e pela distribuição das mercadorias falsificadas. Os agentes também tentam descobrir se existe uma rede maior envolvida no esquema de fabricação e revenda dos produtos.
A comercialização de produtos piratas costuma crescer em anos de Copa do Mundo, principalmente com o aumento da procura por álbuns, figurinhas e camisas de seleções. Segundo investigadores, o objetivo das operações é combater a circulação de itens ilegais, proteger os consumidores e reduzir os prejuízos causados às marcas oficiais licenciadas para o torneio.





