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quinta-feira, 3 dezembro, 2020 - 13:36
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Investidores de Cachoeira: Polícia investiga sequestro de sócio

Crédito: PC

A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (18), mandados de busca contra suspeitos de sequestrar um dos sócios da Indeal, em abril deste ano. A empresa do Vale do Sinos é investigada por fraude financeira envolvendo moeda virtuais. Conforme reportagem do Portal OCorreio revelou, 253 moradores de Cachoeira do Sul investiram R$ 2,7 milhões na empresa em meados de 2019, quando a denúncia mobilizou a investigação.

Foram identificados na Operação Talião três dos cinco envolvidos. Um deles é policial militar da ativa. O grupo ainda incluiria um investidor financeiro e um familiar dele.

O resgate não chegou a ser pago. Os criminosos exigiram valores em criptomoedas. Na época, o montante girava em torno de R$ 2,8 milhões.

Crédito: PC

Na operação desta quarta-feira (18), foram apreendidos celulares, notebooks, documentos e arma com registro vencido em buscas realizadas em Canoas, Sapucaia do Sul, Porto Alegre e Campo Bom.

O sócio da Indeal foi sequestrado em Novo Hamburgo no dia 29 de abril. A vítima foi liberada no mesmo dia.

Os sequestradores seriam pessoas lesadas e ligadas aos participantes de pirâmide financeira desarticulada pela Polícia Federal em 2019, na Operação Egypto. O esquema teria lesado em mais de R$ 1,1 bilhão cerca de 23,2 mil clientes.

Lei de talião

A justificativa do nome da operação está no significado da lei de talião, também dita pena de talião, que consiste na rigorosa reciprocidade do crime e da pena — apropriadamente chamada retaliação. A perspectiva da lei de talião é o de que uma pessoa que feriu outra pessoa deve ser penalizada em grau semelhante, e a pessoa que infligir tal punição deve ser a parte lesada.

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