A operação priorizou unidades prisionais com atuação identificada de organizações criminosas, a partir de critérios estratégicos e de inteligência definidos pelas forças de segurança pública
A operação contou com a atuação dos Grupos de Intervenção Rápida (GIR), responsáveis pelas intervenções, além de equipes das próprias unidades, que realizaram revistas estruturais
Também participaram efetivos de inteligência do Departamento de Inteligência da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo, dos departamentos de Inteligência e de Segurança e Execução Penal da Polícia Penal, da Senappen e da Polícia Rodoviária Federal
A atividade integra a estratégia nacional de fortalecimento do sistema prisional brasileiro, com foco no aumento do controle estatal nas unidades prisionais e na redução da influência das organizações criminosas dentro e fora dos presídios