
O Projeto AABB Comunidade, de Cachoeira do Sul, desenvolve uma ação de conscientização voltada ao combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. A iniciativa envolve alunos de diferentes escolas da rede pública e busca estimular, desde cedo, o debate sobre respeito, igualdade e direitos.
A professora Mirian Nunes, que integra o projeto, esteve na recepção do Portal OCorreio para apresentar a proposta e divulgar o trabalho realizado com estudantes das escolas Dora Abreu, Maria Pacicco de Freitas, Alarico Ribeiro e Dinah Neri. As atividades reúnem alunos da 2ª, 4ª e 6ª séries, com idades entre 9 e 14 anos, incluindo meninos e meninas.
Durante os encontros, os estudantes participam de conversas, reflexões e atividades educativas sobre o enfrentamento à violência de gênero. O lema adotado na campanha resume a mensagem trabalhada com as turmas: “Ser mulher não é motivo para desigualdade. Respeito é direito, violência é crime”. A proposta do projeto é estimular o diálogo e formar cidadãos mais conscientes sobre a importância do respeito às mulheres, abordando o tema de forma educativa dentro do ambiente escolar.
O que as mulheres podem fazer para se proteger da violência doméstica
Mulheres que vivem situações de violência física, psicológica, moral ou patrimonial são orientadas a procurar ajuda. O atendimento pode ser feito por meio da Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 180, serviço gratuito e disponível 24 horas em todo o país. A denúncia também pode ser registrada junto à polícia ou em delegacias especializadas, permitindo que as autoridades adotem medidas de proteção e interrompam o ciclo de violência. Cachoeira do Sul também conta com a Patrulha Maria da Penha, da Brigada Militar, que pode ser acionada gratuitamente pelo telefone 190.