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domingo, 28 fevereiro, 2021 - 13:02
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Pressão pelo Diário Eletrônico ganha força na Câmara

Vereador Magaiver Dias ressalta a necessidade de usar dinheiro de publicações oficiais em prioridades básicas de Cachoeira / Foto: Câmara/Divulgação

A necessidade de implantação do Diário Oficial Eletrônico para redução de despesas na Prefeitura de Cachoeira do Sul ganha mais um capítulo com a adesão do vereador Magaiver Dias (PSDB). O tucano usou a tribuna da Câmara na sessão desta segunda-feira (25) para reforçar os anseios da cidade por mais investimentos em áreas como saúde e infraestrutura urbana e rural, que seriam possíveis a partir da economia gerada pela não veiculação paga de publicações oficiais em jornal impresso.

Magaiver fez um apelo ao prefeito José Otávio Germano para que o governo municipal abandone a velha prática de publicar as leis e editais em mídias tradicionais e passe a adotar os meios eletrônicos para publicação, a exemplo do que já fazem inúmeros municípios brasileiros, a própria Câmara de Vereadores de Cachoeira do Sul e também o governo federal. “A gente sabe da boa vontade do prefeito José Otávio Germano e tenho certeza de que ele irá nos ouvir”, pontuou o parlamentar, observado pelo secretário municipal de Obras, Luciano Lara.

EXEMPLOS

Falta de pavimentação nas ruas, enxurradas, alagamentos, ausência de médicos e precariedade estrutural dos postos de saúde são alguns dos problemas levantados por Magaiver que poderiam ser sanados com a economia gerado pelo Diário Eletrônico na Prefeitura. Ele lembra que o DOE é oferecido às prefeituras gaúchas gratuitamente pela Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs) e que dependeria apenas da vontade política do governo municipal para que o serviço passasse a ser oferecido em Cachoeira.

Somente no ano passado, na gestão do então prefeito Sergio Ghignatti, a Prefeitura injetou quase R$ 400 mil em publicações oficiais na empresa que circula jornal impresso diário em Cachoeira do Sul. Nas redes sociais, cresce o apelo para que esse dinheiro pare de ser gasto nesse tipo de finalidade e passe a ser investido na solução de problemas como falta de medicamentos na farmácia do SUS, exames, lâmpadas, pavimentação, entre outras frentes de primeira necessidade.

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