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domingo, 18 abril, 2021 - 23:02
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PM Marciele Alves tinha sete anos de Brigada

Soldado Marciele Alves tinha sete anos de corporação e era formada em Fisioterapia / Foto: Divulgação/redes sociais

A policial militar Marciele Renata dos Santos Alves, morta em confronto com bandidos nesta segunda-feira (25) no Vale do Taquari, completava em 2019 sete anos de carreira na Brigada Militar. Natural de Cachoeira do Sul, Marciele havia ingressado nas fileiras da BM em 2012 e atualmente integrava a Força Tática do 23º Batalhão de Polícia Militar, em Santa Cruz do Sul.

Ela tinha 28 anos e era filha de criação de um sargento da Brigada Militar. Antes de ingressar na corporação, manifestava entre amigos o sonho de se tornar uma policial. Paralelamente às atividades na BM, ela era formada em Fisioterapia e fazia pós-graduação em Ciências Biológicas: Fisiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, o comandante regional da BM no Vale do Rio Pardo, coronel Valmir dos Reis, lamentou a morte de Marciele. “É um momento muito triste. Quando você sai para uma ocorrência, só sabe o início dela. A gente lamenta muito uma policial jovem ter que pagar com a vida”, disse o coronel à emissora.

A OCORRÊNCIA

Marciele integrava uma equipe da BM que montou um cerco a criminosos que roubaram três caminhonetes Toyota Hilux no último sábado (23) em Venâncio Aires. Na ocasião, os bandidos fizeram reféns. A ação desta segunda-feira se concentrou no município de Sério.

Durante o confronto, criminosos atropelaram a policial com uma Hilux, provavelmente uma das que foram roubadas no final de semana. Marciele morreu a caminho do hospital. No confronto, houve troca de tiros e três criminosos também morreram.

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