Não foi só uma: DUAS carretas viraram na ERS-403

Cachoeira do Sul, · --°C

O registro de mais uma carreta que tombou no trecho de chão batido da ERS-403, além da que já havia sido noticiada pelo Portal OCorreio nesta quarta-feira (25), evidencia bem a situação de perigo do local toda vez que chove. A compactação do trecho, situado no limite dos municípios de Cachoeira do Sul e Rio Pardo, aliada ao acúmulo de lama em alguns pontos, potencializa os riscos de acidentes como os ocorridos nesta semana com dois veículos pesados.

O aumento do fluxo de veículos na ERS-403, após o bloqueio da Ponte do Fandango, tem exposto motoristas às condições precárias do trecho que ainda carece de pavimentação, mas tem promessa do governo do Estado para conclusão do asfaltamento ainda em 2026. O ponto mais crítico tem cerca de um quilômetro sem asfalto e costuma registrar atoleiros quando o solo fica encharcado. Segundo relatos, as derrapagens ocorrem principalmente quando os veículos saem do trilho formado pelo tráfego intenso. Em dias chuvosos, caminhões e carros podem perder aderência ou até ficarem presos.

Outro segmento da estrada, com aproximadamente cinco quilômetros, possui cobertura de brita, o que melhora as condições de circulação. Com o tempo firme desta quinta-feira (26), o trecho de chão batido voltou a apresentar condições mais adequadas para o tráfego. A ERS-403 tem sido utilizada como rota alternativa por motoristas que seguem em direção a Porto Alegre e buscam evitar a espera pela travessia de balsa sobre o Rio Jacuí. Contudo, a falta de pavimentação em parte do trajeto continua sendo motivo de preocupação, especialmente em períodos de chuva.

Nos dois acidentes, não houve feridos.

Carreta que tombou nesta quarta-feira
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