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terça-feira, 13 abril, 2021 - 22:55
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Indícios apontam prática da “rachadinha” envolvendo nome do presidente

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

A quebra de sigilos bancário e fiscal de pessoas e empresas ligadas ao senador Flávio Bolsonaro revela indícios de que o esquema da chamada “rachadinha” também ocorria nos gabinetes do pai, o presidente Jair Bolsonaro, e do irmão, o vereador Carlos Bolsonaro. A denúncia passou a tomar conta dos bastidores políticos de Brasília, após a análise divulgada de 607.552 movimentos bancários.

Em dos casos relacionados a Jair Bolsonaro, o então deputado federal empregou em seu gabinete por oito anos (de 1998 a 2006) Andrea Siqueira Valle, a irmã de sua segunda mulher, Ana Cristina Siqueira Valle.
Um ano e dois meses depois que a irmã deixou de trabalhar para Jair, Ana Cristina ficou com todo o dinheiro acumulado na conta em que Andrea aparecia como titular e recebia o salário: um saldo de R$ 54 mil – quantia equivalente a R$ 110 mil, em valores de hoje.

De acordo com a denúncia que movimenta os corredores do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, nos oito anos em ficou lotado no gabinete de Bolsonaro, Andrea recebeu R$ 494 mil da Câmara dos Deputados, o que dá mais de R$ 1 milhão em valores corrigidos.

O dinheiro seria depositado em uma conta movimentada por Ana Cristina, que era casada com Jair Bolsonaro.

Nenhum dos citados ainda manifestou reposta ao conteúdo da denúncia, que segue repercutindo no campo político em Brasília e promete ocupar espaço nos noticiários nesta semana.

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