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quinta-feira, 13 maio, 2021 - 19:29
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Folha do funcionalismo estadual segue em dia até 30 de junho

Arte: GovRS/Divulgação

O governador Eduardo Leite anunciou, nesta quinta-feira (29), o calendário de pagamento dos servidores do Executivo até junho de 2021, que deverá ser mantido em dia pelo menos até 30 de junho, como ocorre desde novembro de 2020.

O Tesouro do Estado também confirmou o pagamento do valor integral, nesta sexta-feira (30), referente à folha de abril do funcionalismo. Este é o sexto mês consecutivo que os contracheques são pagos com regularidade.

“Pagar em dia é uma obrigação do Estado, não é um favor. As nossas reformas estruturais estão na base do ajuste fiscal que proporcionou o retorno do pagamento em dia, lá em novembro de 2020, depois de 57 meses consecutivos de parcelamentos e atrasos. E são as nossas reformas estruturais que estão permitindo que a gente siga honrando os nossos compromissos financeiros. Por isso, estamos garantindo que nos próximos dois meses, maio e junho, iremos manter os pagamentos nas datas corretas, fechando um ciclo de oito meses de respeito a um compromisso básico que temos com os nossos servidores”, anunciou o governador.

Embora o salário esteja em dia para os cerca de 339 mil vínculos (100% da folha de pessoal), a fragilidade da situação financeira do Estado segue sendo expressa, por exemplo, pelo 13º do ano passado, que terá sua quarta parcela também paga nesta sexta-feira (30), no valor de R$ 124,3 milhões.

Quitação folha até JUN21

IPVA

Neste mês de abril se encerra o calendário do IPVA, importante fonte de receita para o Estado e para as prefeituras, tendo em vista que metade desta arrecadação pertence aos municípios. As medidas de modernização da administração tributária e de contenção de gastos seguem auxiliando na gestão do fluxo de caixa, segundo o subsecretário do Tesouro do Estado, Bruno Jatene.

“O Estado tem avançado muito no gestão do fluxo de caixa e mantido serviços relevantes, mas é importante destacar que segue sem pagar as parcelas da dívida com a União desde 2017 e mantém em níveis bastante reduzidos os investimentos, o que sinaliza que é preciso avançar na gestão desses e outros passivos, como também é o caso dos precatórios”, exemplifica.

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