Entrevista: rede promove enfrentamento à violência contra menores em Cachoeira do Sul

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A importância da prevenção e do combate à violência contra crianças e adolescentes esteve em pauta durante explanação realizada pela coordenadora da Rede Municipal de Enfrentamento à Violência, Patrícia Thomaz, na tribuna popular da sessão da Câmara de Vereadores, na tarde desta segunda-feira (25). A atividade integrou as ações alusivas à Campanha Maio Laranja, movimento nacional voltado à conscientização sobre o abuso e a exploração sexual infantil.

Durante a apresentação, Patrícia destacou a necessidade de ampliar o debate sobre o tema junto à comunidade, reforçando que a prevenção é uma das principais ferramentas para proteger crianças e adolescentes. Segundo ela, o enfrentamento à violência exige atenção permanente das famílias, escolas, profissionais da saúde, órgãos públicos e da sociedade em geral.

A coordenadora também ressaltou a importância de identificar sinais que possam indicar situações de abuso, além de incentivar denúncias em casos suspeitos. Conforme Patrícia, as vítimas podem sofrer em silêncio, o que torna fundamental a atuação integrada da rede de proteção.

Em entrevista ao programa Vale Informação – da Rádio Vale FM 99.1, a coordenadora ampliou a abordagem sobre o tema:

A Campanha Maio Laranja busca justamente sensibilizar a população sobre a gravidade do problema e estimular ações educativas e preventivas. O movimento faz referência ao 18 de maio, data nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Ao longo da explanação, foi enfatizado que a informação e o diálogo são essenciais para fortalecer a proteção da infância. A mobilização também serve para reforçar canais de denúncia e ampliar a conscientização sobre a responsabilidade coletiva no cuidado com crianças e adolescentes.

A Rede Municipal de Enfrentamento à Violência atua de forma integrada no acompanhamento e encaminhamento de situações de vulnerabilidade, buscando garantir apoio às vítimas e suas famílias. A participação da comunidade, segundo Patrícia Thomaz, é indispensável para romper o ciclo da violência e promover ambientes mais seguros para o desenvolvimento infantil.

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