Balardin critica greve: “Não hesitarei em uma possível intervenção ou em buscar uma nova empresa para assumir o serviço”

Publicado por
Redação/Portal OCorreio

Chefe do Executivo Municipal divulgou nota no começo da noite

O prefeito de Cachoeira do Sul, Leandro Balardin, divulgou uma nota pública, no começo da noite desta quinta-feira (12), em que manifesta indignação com a situação do transporte coletivo do Município, afetado por uma greve que já dura uma semana. Segundo ele, o cenário é “inaceitável” e demonstra descaso com a população.

De acordo com o prefeito, a paralisação ocorre em meio à falta de acordo entre a empresa Transporte Nossa Senhora das Graças (TNSG) e os trabalhadores. Atualmente, 30% da frota está em operação, o que, conforme a manifestação, tem provocado impactos significativos na rotina da cidade.

Balardin também criticou o fato de que, mesmo após duas audiências, a empresa não teria apresentado propostas aos trabalhadores, ainda que tenha havido flexibilização nas reivindicações salariais. O prefeito destacou ainda decisões do Tribunal Regional do Trabalho que, inicialmente, determinaram a operação com 50% da frota — percentual que, segundo ele, não chegou a ser efetivamente cumprido — e que posteriormente foi reduzido para 30%.

Na avaliação do prefeito, a situação demonstra falta de respeito com usuários e trabalhadores do transporte público. Na nota, ele afirma que a administração municipal considera medidas mais severas, incluindo a possibilidade de intervenção no serviço ou a busca por uma nova empresa para assumir a operação.

O chefe do Executivo Municipal também questionou a atual concessão do transporte coletivo, que, conforme apontou, não passou por processo licitatório e levanta dúvidas sobre o interesse da empresa em continuar prestando o serviço.

Ao final da manifestação, Balardin afirmou que novas informações deverão ser divulgadas em breve e reforçou a disposição da administração em agir para reverter o cenário. Segundo ele, a população não pode arcar com os prejuízos decorrentes da paralisação e da falta de solução para o impasse.

Publicado por
Redação/Portal OCorreio

This website uses cookies.