
“Está penalizando a população de Cachoeira do Sul”
A Prefeitura de Cachoeira do Sul voltou a cobrar do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a entrada imediata da segunda balsa na travessia do Rio Jacuí. Segundo o prefeito Leandro Balardin, a situação atual, com apenas uma embarcação em operação, é considerada insustentável e tem gerado prejuízos diretos à população que depende do serviço diariamente.
De acordo com o prefeito, as filas na travessia chegam a ultrapassar duas horas de espera, especialmente nos horários de maior movimento. O problema afeta trabalhadores, estudantes, empresários e moradores em geral, comprometendo a rotina de quem precisa cruzar o rio para atividades essenciais. “A situação atual é insustentável e está penalizando a população de Cachoeira do Sul”, afirmou Balardin.

O prefeito destaca que o próprio contrato do DNIT prevê a utilização de duas balsas durante o período das obras na Ponte do Fandango, justamente para garantir mais agilidade e segurança na travessia. Para Balardin, o não cumprimento dessa previsão contratual agrava ainda mais os transtornos enfrentados pela comunidade.
Mesmo não sendo responsabilidade direta do Município, a Prefeitura tem atuado para minimizar os impactos. Conforme o prefeito, equipes municipais estão sendo deslocadas para auxiliar na organização do fluxo de veículos e reduzir os transtornos causados pelas longas filas. “Estamos fazendo a nossa parte”, ressaltou.
Por fim, Balardin reforçou que é fundamental que o DNIT cumpra o que está estabelecido em contrato, com a entrada imediata da segunda balsa em operação. Para o chefe do Executivo, a medida é essencial para restabelecer condições mínimas de mobilidade enquanto as obras na Ponte do Fandango seguem em andamento.