
O mundo que conhecemos até ano passado está mudando rapidamente, numa velocidade que assusta até aos mais afoitos.
A nova ordem mundial está em curso, com o multilateralismo sendo substituído pela implantação efetiva da política de divisão dos continentes entre potências que detêm armas nucleares.
A América para os americanos voltou com tudo no governo de Donald Trump.
O lema foi forjado pelo presidente James Monroe em 1823 e objetivou impedir a recolonização europeia.
Serviu para fortalecer a presença dos Estados Unidos no centro-sul do continente, através de intervenções militares que protegeriam os mercados regionais da dependência de outras nações.
A captura do narco-terrorista Nicolás Maduro exemplifica essa mudança.
Venezuela, Cuba, Colômbia e Brasil devem se realinhar aos Estados Unidos, sob pena de sofrer as consequências econômicas e até militares.
Vejam a Groelândia, fundamental para dominar a rota marítima do Ártico, além dos recursos minerais que possui.
A China deve perder espaço nas Américas, depois de dominar a parceria econômica através de investimentos maciços.
Vai se voltar para a Rússia, que detém commodities estratégicas, para a Índia com seu crescente mercado consumidor, e para a África, um continente inteiro a explorar.
A Europa enfrenta sua maior guerra desde o século passado, com a silenciosa invasão islâmica, que migra para o velho continente, mas não se adapta culturalmente, mantendo tradições que não coadunam com as democracias ocidentais.
Mantém a fé cega em Allah e na lei de Maomé e do Alcorão, que coloca as mulheres como serviçais, restringe liberdade de expressão e consciência, impõe a conversão obrigatória e funde religião com o Estado.
A violência dos muçulmanos impregna no dia-a-dia europeu, com mulheres de burca cobrindo todo corpo e homens andando em bandos ameaçadores gritando em árabe para intimidar os passantes.
Isso quando não cometem atos terroristas contras as populações locais, ferindo e matando cristãos.
No Brasil é ano eleitoral, com grandes possibilidades de votação em representantes da direita conservadora que, a depender de quem vença para presidente, vão ter capital suficiente para extorquir através das emendas obrigatórias.
Com uma dívida pública próxima de R$ 9 trilhões, representando quase 90% do PIB, os juros para o cidadão comum seguirão insustentáveis acima dos 15%.
Independente de quem vença, o próximo presidente enfrentará a maior crise fiscal desde antes do Plano Real nos anos 90.
Obrigatoriamente precisará cortas despesas não essenciais, como obras públicas, financiamentos subsidiados e auxílios aos pobres endividados.
Em âmbito internacional, vai precisar se afastar dos chineses e reaproximar dos norte-americanos.
2026 promete!
– Jeferson Francisco Selbach – Sociólogo, Doutor em História e Professor Titular da Universidade Federal do Pampa